Seu produto custa o que o seu sistema diz que custa?
- beatrizmendes60
- há 10 horas
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A maioria das empresas olha só para um lado do custo de produção: a matéria-prima que entrou na ordem de produção. Isso é fácil de ver, está na saída de estoque.
O problema é o outro lado, o que fica invisível: energia elétrica, mão de obra, manutenção de máquina, aluguel do galpão. Custo indireto. Em contabilidade, isso tem nome: GGF - Gastos Gerais de Fabricação.
Sem um critério claro de rateio, esse custo indireto ou não é distribuído e o produto "parece" mais barato do que é, ou é distribuído de qualquer jeito e o produto errado carrega o peso de outro.
E tem uma camada que quase ninguém enxerga: o sistema também precisa decidir, sozinho, o que fazer com esse custo em cada movimento. Um lote que foi vendido vira uma conta. O mesmo lote, se for transferido entre depósitos, vira outra regra. Se for bonificado, outra ainda. Se ainda está em estoque, precisa ser reavaliado.
É um motor de decisão silencioso rodando por trás de cada movimentação e a maioria dos times financeiros nunca viu esse fluxo desenhado.
Quando esse motor está certo, o custo médio do produto reflete a realidade. Quando não está, a empresa pode estar precificando no escuro há anos sem saber.
Foi isso que estruturamos aqui na Tekoa Tecnologia para nossos clientes, um add-on de custo por absorção (GGF) 100% integrado ao SAP Business One, com cada regra de contabilização mapeada e documentada do rateio ao lançamento final.
Vou deixar uma pergunta aqui para você: se eu pedisse hoje o custo médio REAL do seu produto mais vendido, alguém na sua empresa saberia responder em 5 minutos? E mais, alguém saberia responder nesse mesmo tempo o valor que esse item absorveu por conta contábil?
Texto por: Laronaylle Oliveira - Consultora contábil Tekoa





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